Uma receita para adoçar o final de semana: Pralinés de chocolate e marzipã

Rendimento 25 pralinés
Tempo de preparo 1 h + tempo de secagem

Ingredientes
Base

4 gemas;
1 ovo (clara e gema separadas);
200 g de marzipã ralado;100 g de açúcar;
150 g de manteiga gelada;
70 g de açúcar de confeiteiro;
1 colher (chá) de açúcar de baunilha;
2 colheres (sopa) de cacau em pó;
1 colher (chá) de canela;
1/2 colher (chá) de cravos;
1/2 colher (chá) de gengibre ralado;
10 ml de rum.

Cobertura
150 g de chocolate amargo, picado grosseiramente;
1 colher (chá) de açúcar.

Modo de fazer
1
 Forre uma assadeira com papel-manteiga.
2 Misture o marzipã, o açúcar e a clara. Bata na batedeira, usando o gancho para massas, até obter uma massa uniforme. Se necessário, sove com as mãos para incorporar os ingredientes.
3 Modele um cilindro de 2,5 cm de diâmetro com a massa e corte em 25 pedaços. Forme bolas com cada pedaço, achate-as levemente e acomode-as na assadeira. Deixe secar por 30 minutos.
4 Preaqueça o forno a 175°C.
5 Asse os discos de marzipã por 10-12 minutos, até que dourem ligeiramente. Tire do forno e deixe esfriar numa grade.
6 Para fazer a camada escura, bata na batedeira a manteiga, o açúcar de confeiteiro, o açúcar de baunilha, o cacau, a canela, os cravos e o gengibre.
7 Misture o rum com a gema e incorpore-os à mistura anterior. Leve à geladeira por 15 minutos.
8 Coloque um pouco dessa mistura sobre cada pedaço de marzipã e modele no formato de uma cúpula. Leve ao congelador por 30 minutos.
9 Para a cobertura, derreta o chocolate amargo com a manteiga em banho-maria. Mergulhe os pralinés na cobertura com um garfinho para trufas e deixe secar sobre uma folha de papel vegetal.

 

Fonte: revista casa e jardim

Aprenda a viver melhor e com mais criatividade com a School of Life

Quando crianças, aprendemos matemática, física, química, línguas. Mas raramente os professores nos ensinam o fundamental para crescer: a própria vida. Com metodologia desenvolvida em Londres, a School of Life dá cursos para adultos que procuram ferramentas para lidar com a realidade. São abordadas problemáticas do dia a dia, como o trabalho, amor, dinheiro e morte. Temáticas comuns à filosofia são aplicadas a questões do cotidiano, em uma auto-ajuda que escapa dos preconceitos ao gênero.

No Brasil, há sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro, sob a direção de Jackie de Botton. Além de programação intensiva no início do ano (período simbólico para reprogramar questões internas), haverá diferentes aulas durante todo o ano. Há vários cursos no modelo: Como Estar em um Relacionamento, ou Não; Como Encontrar um Trabalho que Você Ame; Como Equilibrar Trabalho e Vida Pessoal; entre outros. A ideia para 2015 é ampliar o portfólio com professores convidados, como chefs de cozinha e artistas plásticos, que poderão trazer os pontos de vistas de suas profissões para enriquecer o aprendizado.

Jackie  afirma que as pessoas precisam aprender a viver e que é possível ensinar isso. E, que precisam de ferramentas para saber como agir. Na School of Life, acreditam que não se aprende somente através da vivência e apesar de existir uma metodologia desenvolvida para isso não acreditam em respostas prontas e sim em estimular os alunos para que aprofundem o nível de suas perguntas e em ajudar a conduzi-los com as próprias respostas.  Tudo istro através de cursos práticos, inteligentes e bem humorados. Acreditam em compartilhar e não em transmitir as ideias. Jackie gosta da imagem de estar jogando sementes de boas idéias.

Ela acredita também, que as escolas parabenizam tarefas, não comportamentos. As crianças não são elogiadas pela paciência ou resiliência.  São valorizados talentos individuais sendo que a maioria dos trabalhos hoje é em equipe. Com a difusão da internet e a globalização nos anos 1990, aumentou muito a colaboração. Mais tarde, isso fará falta aos adultos.

Segundo Jackie, nos frustramos muito facilmente . As pessoas ficam profundamente abaladas  se uma ponte aéreas atrasa,  mas não param para pensar que estão viajando de avião e que mesmo com o atraso, chegarão o mais rápido possível. Demorar para responder um WhatsApp pode destruir relações. Mas nossos avós se correspondiam por cartas que levavam três meses para ser entregues. E era tudo bem.  Abrir mão é ser adulto.  Sentimos uma enorme necessidade por controle, mas a maior parte das coisas da vida não depende da nossa permissão.

A filosofia ajuda a olhar para o mundo de um jeito mais amplo. Na School of Life, fazem isso através de exemplos históricos de como lidar com a realidade.  Por exemplo, como os sobreviventes dos campos de concentração nazistas lidaram com a perda dos entes? As pessoas precisam ativar sua inteligência emocional, ou seja,  a habilidade de lidar com outras pessoas. E para isto não basta ser só especialista. É preciso ter capacidade de liderar e explicar suas ideias.

Na School of Life estudam experiências e depois cada um vai aplicar aquilo para sua vida.

Para Jackie, a beleza natural sana muitos dos problemas e percebe a diferença entre os cursos do Rio e São Paulo, pois as questões de São Paulo são mais graves. Mas não vê isso como algo ruim “problemas geram soluções, basta se dedicar à busca”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: bamboonet

 

SACCARO NA REVISTA MODERN LUXURY INTERIORS



A Saccaro está presente na edição de janeiro da Revista Modern Luxury Interiors, com veiculação no sul da Flórida, na matéria “Personal Touch” (seção Miami – página 34 ). Nela, a Poltrona Cobogó, com design de Roque Frizzo para  Saccaro é definida como um ícone, como uma combinação de design geométrico, inovação artesanal  – e o mais importante – espírito brasileiro.

Completando a descrição sobre a Poltrona Cogobó, Luiz Silva, franqueado da Saccaro Miami,  diz que a criação de Frizzo comunica para o mercado o que é o DNA da Saccaro.

A matéria continua contando um pouco da história da marca fundada por Albino Saccaro, que já está com quase 70 anos e hoje presente em 25 países, dividida em 70 lojas.

Terminado a participação na revista, a frase de Silva, diz que cada pequeno detalhe dos produtos da Saccaro tem um “toque pessoal”, traduz do título da matéria, é uma excelente definição da marca.

Confira a matéria completa:




			

Forno à lenha e acessórios para a produção de pão caseiro resgatam a tradição do hábito de cozinhar os alimentos em todas as suas etapas

Quando foi a última vez que você entrou na cozinha? Ou, melhor, quando foi a última vez que ensinou uma criança a cozinhar? “‘Bread from Scratch’ é uma reação ao fato de que muitas pessoas não sabem mais preparar a própria comida”, diz o designer alemão Mirko Ihrig. Ele criou seis objetos simbólicos, mas também funcionais para a produção de pão caseiro, com o objetivo de incentivar a culinária artesanal e familiar, para que a tradição seja passada de geração em geração. Fast-foods e outros tipos de comidas industrializadas se tornaram a principal fonte de alimento em muitos países.

Este hábito faz com que conhecimentos ancestrais sobre a preparação de comidas básicas lentamente comecem a desaparecer. O pão entra nesta lista. Mesmo as padarias recorrem muitas vezes a fermentos industriais e fazer pão caseiro normalmente está associado à uma máquina que mistura e assa a massa. O Bread from Scratch sugere uma produção bem mais artesanal, ou, ‘do princípio’ como o nome diz, englobando todos os estágios.

 

Há moinho para transformar grãos em farinha, um pote para cultivar o fermento, outro para misturar os ingredientes, uma tábua para abrir a massa, uma pá para retirar os pães do forno e o próprio forno. Trata-se de um pequeno forno à lenha portátil, com compartimento para guardar a madeira, capaz de assar pequenas quantidades de pão – o suficiente para o consumo de uma família. Como a ideia é utilizar fermentação natural e, literalmente, colocar a mão na massa, o resultado é um pão totalmente caseiro, livre de processos industriais e com muito potencial de sabor.

 

Mas mais do que produzir algo delicioso, Ihrig está preocupado com o desligamento emocional e físico da população mundial com a própria comida. “Ao desenhar os objetos e visualizar o processo de produção, quis que as pessoas repensassem o que estão comendo, encorajá-las a cozinhar e provocar discussões sobre a indústria de alimentos e hábitos alimentares”, explica Ihrig.

 

O pão é um dos alimentos mais antigos produzidos pela humanidade e até hoje é um dos mais essenciais e comuns no mundo. Faz parte da dieta tanto dos ricos quanto dos mais pobres na maioria das sociedades. Se tornou o símbolo mais óbvio de comida. Por isso foi escolhido por Ihrig; como uma metáfora à culinária em geral. Ao resgatar como o mais básico dos alimentos é preparado, ‘Bread from Scratch’ faz parte da tendência da volta do fazer artesanal. Algo que vem ganhando força não apenas no design, mas também na gastronomia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: bamboonet.com.br