As 16 árvores mais lindas do mundo!

Se a máxima de que todo ser humano precisa plantar uma árvore antes de morrer for verdade, as pessoas a seguir já podem considerar a missão como cumprida! Em uma seleção de 16 fotos inacreditáveis, Flamboyant, cerejeira e sequóia são algumas das obras de artes naturais já plantadas que tiram o fôlego de quem as encontram ao redor do mundo.

Veja os verdadeiros monumentos naturais que não perdem em nada no quesito beleza para grandes obras humanas, como a torre Eiffel, em Paris, a Fontana di Trevi, em Roma, e a Muralha da China.

Fonte: Casa Vogue | por Redação; Fotos Reprodução

Projeto Bijari: convertendo vazios urbanos em espaços de convivência

A Choque Cultural abriga Praças (im)possíveis, do coletivo Bijari. A exposição se desenrola dentro do espaço expositivo e também nas ruas da Vila Madalena, onde se situa a galeria. O projeto nasce da experiência cotidiana de transitar pela cidade e interagir com a carência de espaços públicos de descanso, como parques e praças. Bicicletas e guarda-sóis convertem temporariamente vazios urbanos em espaços de convivência.

Quando: 14.03 – 09.05.2015

Onde: choque cultural rua medeiros de albuquerque 250 vila madalena são paulo – sp brasil

Info: choquecultural.com.br

Fonte: bamboonet

Os calçadões mais lindos do mundo

Um tour por inspiradoras vias públicas

Vamos em frente, para onde nosso olhar nos leva: pessoas, cruzamentos, faróis, a corrida vertiginosa das horas, o passo acelerado dos dias. Pois experimente contemplar o chão. Talvez você se surpreenda com desenhos que, não fossem calçamentos, estariam na parede de algum museu. E tem mais. “A calçada é, por excelência, o lugar do encontro”, lembra o professor Ciro Pirondi, diretor da Escola da Cidade, de São Paulo. “É importante que exista vida nas calçadas, fruição urbana”, completa o arquiteto e paisagista Benedito Abbud. Para isso, além de bonitas, precisam ser largas, generosas. O mundo nos oferta belos exemplos, desde praças de séculos idos até antigas vias férreas transformadas em jardins suspensos.

Praça dos Restauradores
Lisboa

Entre os “artigos” de exportação de Portugal havia uma classe de trabalhadores especializada em fazer calçadas de pedras com desenhos requintados e uma técnica apuradíssima. Eram os calceteiros, responsáveis pelo primeiro calçadão de Copacabana. Em Lisboa, cidade onde o chão pode deixar em segundo plano a beleza de céus e oceanos, um espaço se destaca: a Praça dos Restauradores. Ali, um obelisco de 30 m foi erguido em 1886. Mas só em 1923 a praça nasceu ao seu redor, como esparramado calçamento exibindo o desenho do arquiteto e artista plástico João Abel Manta. Na capital portuguesa, é permitido pisar em obras de arte.

Passeio Marítimo de Poniente, Benidorm
Espanha

Quando uma cidade vive basicamente da renda proveniente do turismo é porque tem algo de muito especial. É o que acontece em Benidorm, que vem atraindo 5 milhões de visitantes todos os anos tanto para suas praias da Costa Branca quanto para uma novidade: o Passeio Marítimo da Praia de Poniente. Como inspiração, os autores do espetáculo, Carlos Ferrater e Xavier Martí, do escritório OAB, de Barcelona, se valeram da natureza, de Gaudí e de Burle Marx. E assim construíram um passeio em que se vê o concreto branco ondulado sob uma superfície que muda de cor ao longo de sua extensão e um mobiliário urbano mimetizado nessa nova e bela paisagem.

Canteiro central e calçadão de Copacabana
Rio de Janeiro

No Rio, em 1970, o trabalho humano conseguiu ser tão extraordinário quanto a natureza ao redor, atraindo as pessoas para esse convívio. Com a duplicação e o alargamento das pistas da avenida Atlântica, Burle Marx criou no canteiro central (foto) um mosaico geométrico com basalto negro, vermelho e calcário branco, do tal tipo que poderia estar no museu. A obra abraçava o calçadão da orla, capaz de ser reconhecido até por um marciano. Feito no início do século 20 por calceteiros portugueses, ele ganhou curvas pronunciadas, sensuais e bem brasileiras.

High Line
Nova York

Quem vê esse passeio bucólico que se estende por quase 2,5 km no Lower West Side, em Manhattan, nem imagina que ele começou numa batalha nos tribunais. Com a iminência de sua demolição, os moradores exigiam que se tornasse um espaço público. Venceram. A linha de trem, que havia funcionado entre 1934 e 1980, cedeu lugar a um corredor onde as pessoas se encontram, caminham, leem, fazem esculturas de neve no inverno e se bronzeiam no verão. O projeto leva assinatura famosa: Diller Scofidio + Renfro, além do paisagismo de James Corner. O High Line, inaugurado em 2009 e desdobrado no ano passado, também não esconde os dormentes que o ligam ao seu passado.

Míconos
Grécia

Além do mar e do alvo casario, é famoso em Míconos o calçamento de pedras formando mosaicos irregulares. Atração que fica ainda mais evidente na Vila de Chora, onde as buganvílias são presença constante, ao contrário dos carros, proibidos de circular pelas estreitíssimas ruelas, talvez uma resposta arquitetônica aos fortes ventos locais. De qualquer forma, o mosaico charmoso – ininterruptamente pintado para que o branco se mantenha branco, até mesmo no verão – conta com esse aliado para sua preservação: sobre ele, só leves e lentas passadas. Descoberta pelos jônios no século 11 a.C., a ilha foi redescoberta por Jacqueline Onassis, que deixou atrás de si um rastro de jet-settersinternacionais.

Fonte: Casa Vogue

Ideias criativas para escadas

Quem ama decoração sabe: boas ideias combatem o tédio e a banalidade de qualquer ambiente. E com um olhar mais carinhoso, mesmo a escada, uma estrutura simples da casa, pode deixar de ser apenas funcional e ganhar um toque especial.

Repleta de boas ideias, a internet mostra soluções de gente que resolveu arriscar e deixar a escada com ar divertido, artístico ou —  por que não? — extravagante.

A estrutura pode ser usada para armazenar objetos, multiplicando a área em espaços pequenos. E teve até gente que a integrou com escorregadores para crianças!

Role a página para baixo e veja fotos criadas por arquitetos e leigos cheios de inspiração ao redor do mundo. Aproveite e comente: o que você achou das ideias? Pensa em adotar em casa?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Casa Vogue

Já pensou em ter uma horta em casa?

Preparar receitas gostosas com pimentinhas, orégano e muito mais, tudo sempre fresquinho, direto da horta, deixou de ser um sonho distante. Isso porque hoje mostraremos aqui o passo a passo de como montar três tipos de hortas em casa: em vasos, em latas e horta comunitária.

As dicas preciosas são da Bothanica Paulista, de  Suzana e Luiza Ceridono, e de Luiza Zaidan, . Vamos lá?

Como montar horta em vasos

Vamos Receber: Horta em Casa (Foto: arte Karen Hofstetter / divulga)
Vamos Receber: Horta em Casa (Foto: arte Karen Hofstetter / divulga)

1. Escolha um vaso com o tamanho aproximado da muda que se quer plantar. O vaso deve conter um furo no fundo

2. Adicione seixo ou casca, para evitar que a terra saia do vaso

3. Adicione terra para dar apoio à muda. Não pode ficar vácuo entre o seixo e a muda

4. Retire a muda com muito cuidado, sem mexer no torrão, para não quebrar a raiz

5. Adicione a muda ao vaso. Caso a muda fique pequena no vaso, complete com terra. O que não pode é o contrário, se a muda for maior que o vaso, troque o vaso. Não é aconselhável mexer na muda

6. Finalize com casca ou musgo para proteger a muda e evitar que a terra seque rápido

Como montar horta em latas

As mesmas regras aplicadas às hortas em vasos de barro se aplicam às hortas em latas. O passo a passo acima reafirma a necessidade de se fazer um furo na lata e adicionar o seixo para evitar que a terra saia (1 e 2) e a importância do tamanho da muda em relação à lata (3 e 4).

Como montar horta comunitária

As mesmas regras aplicadas às hortas em vasos de barro se aplicam às hortas comunitárias. O mais importante quando se trata de horta comunitária é o cuidado ao manusear as mudas, de modo que os torrões permaneçam intactos, e preencher os espaços vazios com terra para evitar vácuo entre a muda e o seixo. Caso alguma mude não pegue, basta troca-la por outra.

Fácil demais, não é mesmo?

Com uma horta assim, não há jardim que não fique uma graça. Além disso, essas plantinhas e temperos rendem belos pratos e, porque não, arranjos para a mesa.

 

Bom Bom Island Resort: Arquipélago de São Tomé e Príncipe

Território autônomo, este arquipélago sem fronteiras terrestres fica na costa oeste da África, próximo ao Gabão e à Nigéria. Descoberto no século 15 por navegadores portugueses, se tornou independente em 1975 e mantém o português como língua oficial.

Quem elege conhecer o ilhéu Bom Bom, ao norte de Príncipe, no Golfo da Guiné, está em busca de simplicidade com infraestrutura ecologicamente responsável, tranquilidade absoluta e natureza exuberante, onde é possível avistar baleias e tartarugas em meio à rica fauna local.

A estadia num dos bangalôs do Bom Bom Island Resort inclui conhecer Santo António (considerada a menor cidade do mundo) e explorar a floresta intocada, praias e pontos históricos, além de apreciar festas locais e boa gastronomia, que mistura tradições africanas com influências portuguesas.

 Fonte: bamboonet

Cinema antigo, hotel novo

Edifício histórico ganha renovação em Londres

As ruínas do maior cinema construído fora do Estados Unidos foram o ponto de partida para este hotel londrino que têm mais de 310 quartos. O Dorsett Shepherd’s Bush também conta com café, restaurante, bar, espaço para conferências e – a cereja do bolo – um rooftop spa. O estilo de todos os espaços teve a influência do movimento art déco, que estava em voga quando o espaço foi construído, em 1923.

A construção do cinema faz parte da designação Grade II, um título para edificações que são consideradas de importância histórica pelas secretarias de cultura inglesas. Seu projeto inicial foi feito pelo arquiteto Frank Verity, personalidade de destaque na construção de cinemas, especialmente quando a salas tiveram um boom de crescimento durante o período entreguerras.

O espaço foi inaugurado na mesma data em que ganhou o RIBA London Street Architcture Award pela melhor fachada, feita de pedra e tijolos. O interior do projeto original eraclássico e utilizava cobre em três tons, além de ter lugares para 3 mil espectadores e cerca de 3.200 m de carpete.

Localizado entre o Shepherds Bush Empire e o Shepherds Bush Palladium, o espaço contribui para a região londrina se tornar um dos principais destino turísticos da capital – até ser profundamente danificado durante a segunda guerra mundial. A construção foi mal reparada e tornou-se um bingo em 1983. Em 2001 o local entrou em total decadência (chegando a ser palco de raves ilegais) e fechou suas portas durante as próximas décadas. Apenas em 2009 o escritório  Flanagan Lawrence Architects teve permissão para converter o espaço em um hotel.

Os arquitetos decidiram manter a fachada original, curva e de tijolos, e recriaram a cobertura utilizando materiais modernos, como vidros espelhados. O piso do hotel é uma mescla de limestone com latão, que, na recepção principal, é composto em linhas circulares.

Seu interior mantém o aspecto teatral: o domo, finalizado em uma cor dourada, fica iluminado durante a noite. No lobby, as curvas e arcos do exterior são reproduzidos como grossas colunas pretas polidas. Não se tem dúvidas sobre o ponto que mais atrai a atenção no edifício: é um altíssimo átrio, localizado bem no centro da construção.  Para valorizar sua imponente aparência,  espaços que parecem varandas ou passagens terminam em perspectiva curva – mas são apenas painéis de limestone e latão.

Hoje, além de turistas, o hotel recebe muitos visitantes apaixonados por cinema, que dormem sonhando com um dos projetos mais ambiciosos da história: um cinema onde os filmes não eram acompanhados apenas por um piano (como mandava a tradição), mas sim com a Pavilion Symponhy Orchestra tocando ao fundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Casa Vogue