Delícia certeira: creme brûlée de doce de leite

‘Vamos Receber’ ensina sobremesa imperdível

Preparar um delicioso creme brûlée com este irresistível ingrediente. Ideal para aquele dia em que dá vontade de surpreender a família e os amigos na hora da sobremesa, o creme brûlée de doce de leite sequer é difícil de preparar (ao contrário do que muitos imaginam).

receita de hoje é da chef Bruna Leite, da Gourmandisme, que, após se formar pelo Le Cordon Bleu de Paris e passar pelos estrelados Noma de Copenhagen e D.O.M. de São Paulo,  agora dá aulas de culinária gourmet para pequenos grupos. Ela vai à sua casa, ajuda a usar os utensílios de cozinha que você tem e, ao final, todos degustam os pratos preparados. Imperdível!

Vamos à receita?

Os ingredientes estão abaixo e a quantidade sugerida rende seis porções.

Modo de preparo

1. Preaqueça o forno a 135º C
2. Aqueça o creme de leite em fogo baixo e incorpore o doce de leite. Deixe esfriar
3. Bata as gemas até que fiquem claras e acrescente o açúcar
4. Aos poucos, vá adicionando a mistura de gemas e açúcar à mistura de creme e doce de leite
5. Divida o creme resultante em seis formas e coloque-as em uma assadeira funda com água até a metade da lateral das formas
6. Asse de 35 a 40 minutos ou até que apenas o centro do creme permaneça ligeiramente mole
7. Retire as formas do forno e da assadeira com a água. Deixe esfriar por 10 minutos e, em seguida, leve à geladeira
8. Na hora de servir polvilhe com açúcar mascavo e, usando um maçarico de cozinha, caramelize a cobertura

É de comer rezando…

Fonte: Casa Vogue| Por Vamos Receber; Arte Karen Hofstetter / Divulgação

Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo

Em época de chuva não há horizonte. Lá, a linha natural entre o céu e a terra é um traço tão tênue que fica difícil distinguir o que é real do que é reflexo

Com cerca de 12 mil quilômetros quadrados de extensão e a 3600 metros de altitude, o salar de Uyuni deslumbra viajantes do mundo todo. Na época das chuvas (entre dezembro e março), ele apresenta seu visual mais característico: a água acumulada cria um espelho que reflete no chão tudo o que se vê do céu.

 

Na seca, o salar vira um festival de formas geométricas. Seu desenvolvimento se deu a partir do lago pré-histórico Michin, que começou a secar por volta de 40 mil anos atrás. Segundo estimativas, a planície guarda mais de 10 bilhões de toneladas de sal em seus 120 metros de profundidade – além de reservas de potássio, boro e magnésio e uma das maiores reservas de lítio do mundo.

Além do turismo, a economia de Uyuni ainda é muito dependente da extração de sal. Depois de retirado, o mineral é disposto em montes enquanto aguarda o transporte até a comunidade de Colchani, onde vira sal de cozinha, pronto para ser vendido e consumido. Colchani tem a maior indústria de sal da Bolívia, com uma produção anual estimada em 20 mil toneladas, em grande parte para consumo humano.

Dentro do Parque Reserva Nacional da Fauna Andina Eduar­do Avaroa encontra-se o lago mais bonito (e famoso) de todos: a Laguna Colorada, que tem esse nome graças a sua incrível coloração avermelhada. Em alguns trechos, a água é azul-escura, formando um impressionante contraste, completado pelas porções de terra branca que contornam o lago.

No caminho para o salar, uma parada clássica é no Cemitério de Trens. No local funcionou uma das estações onde paravam os comboios ferroviários que transportavam ouro, prata e outros metais até Antofagasta, no Chile, de onde eram exportados pelo Pacífico. Hoje, restam ali apenas esqueletos de aço pichados e grafitados.

Às margens do salar fica San Juan, uma comunidade caprichosamente localizada em meio à imensidão do deserto do altiplano. Com casinhas de pedra, vegetação parca, uma igrejinha, grandes montanhas ao redor e um punhado de hotéis construídos com blocos de sal, San Juan é o ponto de partida ideal para conhecer a região.

Fonte:  http://revistagalileu.globo.com

14/05/2015 – 11h05/ atualizado 11h05 / Texto e Fotos por Fellipe Abreu e Luiz Felipe Silva

 

 

Frieze Art Fair de Nova York: Conheça três artistas de destaque

Casa Vogue selecionou três jovens artistas que prometem na Frieze Art Fair de Nova York, entre os dias 14 e 17 de maio, e os retratou nos bairros de seus ateliês – lugares, para eles, mais que inspiradores.

Anna Ostoy em Williamsburg

Fotografia, pintura, colagem e poesia. A polonesa Anna Ostoya ganhou espaço na cenaartsy pelas narrativas construídas por associações de imagens. Em Mixed Pseudomorphism of a True/False Cry (acima), ela mistura um retrato da modelo Wanda Hubbell chorando, tirado por Germaine Krull, com o rosto do artista Bas Jan Ader – extraído do filme mudo I’mToo Sad to Tell You. Lágrimas falsas ou autênticas? “Há uma discussão sobre gênero e identidade. Também procuro falar da constante negociação entre o que é real e o que é construído”, esclarece a artista. Daí nasce, ainda, seu interesse pelos conceitos de verdade e autenticidade. Para a Frieze, ela se apoderou dos traços de Roy Lichtenstein (obra mais acima). “Quero questionar as apropriações no mundo da arte. Roy usava o cartoon. Eu uso o Roy”, conclui.

Bill Jenkins em Greenpoint

Aficionado da arquitetura e dos vestígios da civilização, Bill Jenkins, americano, chamou a atenção após revestir sua galeria com plástico direcionando as saídas de luz. Quando a exposição terminou, pegou os “restos” da desmontagem e os prensou entre duas placas de vidro. “Gosto de brincar com o movimento da luz pelos espaços”, explica o artista, que elaborou um site specific parecido para a Frieze. As sobras? Também virarão escultura, como ele fez em End User North ( acima, à dir.), depois de montar uma instalação similar em um antigo apartamento. Já em Pass (acima, à esq.), é possível perceber que Bill é mestre em combinar o lixo que encontra pela cidade. “Tenho fascínio por diferentes estados de obstrução de vãos: total abertura, porosidade e bloqueio”, diz sobre a obra.

Dean Levine em Tribeca

O arquiteto nascido na África do Sul Dean Levin é o novo queridinho entre os nova-iorquinos. Aos 26 anos, abre, neste mês, sua primeira individual na renomada Marianne Boesky Gallery, e, na Frieze, terá obras ao lado de nomes como Frank Stella! “Interesso-me pelos problemas e materiais da arquitetura e pela escala das coisas”, afirma Dean, que vai fazer esculturas similares a Autumn (acima, à dir.) no tamanho das colunas da galeria. Para a feira, ele apresentará uma versão de Support Surface (Putting the World into the World) – acima, à esquerda. “A preferência pela paleta de cores mais crua pode ser um reflexo da minha terra natal e o uso de líquidos em algumas esculturas tem a ver com a minha ligação com a natureza”, reflete o artista, que ama surfar.

Por Beta Germano; fotos divulgação e Fran Parente (retratos)

*Matéria publicada em Casa Vogue #357

descubra o que acontece na 56a bienal de arte em veneza e a participação do brasil por lá

A partir de 9 de maio, o futuro do mundo será contemplado em Veneza. Até 22 de novembro, acontece a Bienal de Arte, a mais antiga e tradicional das grandes mostras internacionais. São 89 pavilhões nacionais, uma grande exposição internacional e incontáveis exposições individuais e coletivas pela cidade.

A 56ª Exposição de Arte Internacional é grandiosa desde o título, All the World’s Futures, ou ‘Os futuros de todo o mundo’. O curador Okwui Enwezor fez questão de trazer representantes de países que nunca participaram antes da Bienal: Granada, Maurício, Mongólia, Moçambique e Seicheles, além de outros que não vão à Veneza há muito tempo, como Equador, Guatemala e Filipinas. A peruana Elena Damiani, representada pela paulistana galeria Baró, é um dos nomes que estará na exposição internacional. A única brasileira é Sônia Gomes.

O Brasil também terá seu próprio pavilhão, no tradicional prédio de 1964 no Giardini. O curador Luiz Camillo Osorio reuniu obras de Antonio Manuel, Berna Reale e André Komatsu. A escolha dos artistas teve como principal critério a relevância na cena contemporânea e o pertencimento à conflituosa história brasileira. Manuel fez parte da geração do final da década de 1960, que enfrentou a ditadura. Manteve, desde então, sua tonalidade política. Na exposição, ele dialoga com artistas cujas trajetórias já nascem no século 21: a paraense Berna Reale e o paulista André Komatsu. O conjunto revela os conflitos do país e de um mundo fragmentado e brutal. O título É Tanta Coisa que Não Cabe Aqui foi inspirados pelos cartazes das manifestações que tomaram as principais capitais brasileiras em junho de 2013.

Dezenas de outros pavilhões também trazem exposições interessantes. O da Ucrania ganhou uma estrutura de vidro desenhada especialmente para a ocasião na Riva dei Sette Martiri. A ideia é mostrar uma nova geração de artistas ucranianos, incluindo Zhanna Kadyrova, também representada pela galeria brasileira Baró. Já o pavilhão da Bélgica traz uma exposição do artista Vicent Meessen e 12 convidados por ele. O projeto Personne et les autres foge do formato tradicional de um pavilhão nacional e se abre para múltiplas vozes de artistas da África, Ásia, Europa e Américas, incluindo a brasileira Tamar Guimarães.

Também são muitos os eventos paralelos. Berna Reale, além de participar do pavilhão do Brasil, apresenta o projeto independente Eccoci!, em que exibe vídeos e fotos em fachadas públicas. Ainda, Vik Muniz terá um barco ancorado em frente ao Palácio Brandolini. A obra, chamada de Lampedusa, consiste numa embarcação de madeira adesivada com páginas de jornal do dia seguinte ao náufrago de um barco que levava imigrantes ilegais da Líbia, na costa da ilha italiana de Lampedusa, em 2013. Os dois artistas são representados pela Galeria Nara Roesler.

Outro brasileiro com exposição em Veneza é Cícero Alves dos Santos, conhecido como Véio, representado pela Galeria Estação. A individual do artista sergipano, na Abadia São Gregório, tem curadoria de Stefano Rabolli Pansera, também responsável pelo Pavilhão de Angola e vencedor do Leão de Ouro da última edição da bienal. A presença de Véio em Veneza reflete a diluição da fronteira entre artistas de raiz popular e o cenário da arte contemporânea. Nada mais adequado para uma bienal com ambição de retratar o mundo em toda a sua diversidade.

Fonte:  bamboonet

Conheça os jovens designers que são aposta da maison&objet americas

 
A Feira acontece entre 12 e 15 de maio, em Miami

O novo pode estar em muitos lugares. Mas certamente está nas novas pessoas. Espalhados pelas Américas do Norte e do Sul, sete designers refletem a essência da criatividade e são um sopro de ar puro no setor de decoração e lifestyle. Eles fazem parte do grupo de Rising Talents da Maison&Objet Americas. Comprometida na busca constante por inovação, a feira dará destaque a profissionais em início de carreira, escolhidos cuidadosamente para a primeira edição em Miami. Eles são uma representação do design atual, seja industrial ou artesanal. Vêm do Brasil, Estados Unidos, México, Colômbia, Canadá e Argentina. Conheça:

Leo Capote, Brasil
Há 16 anos, Capote vem buscando dar usos alternativos aos objetos a sua volta. Sua matéria-prima são produtos industrializados – com toda a sua funcionalidade, ergonomia, acabamentos e processos. O designer tira as funções originais e os coloca para servir outros sistemas. Como a cadeira composta por 319 bolas de sinuca. “Esse é o meu jeito de pensar os objetos”, diz.
leocapote.com

Casey Lurie, Estados Unidos, Costa Leste
Designer independente baseado em Chicago, Lurie começou como aprendiz de marcenaria. Estudou no Instituto de Artes da Califórnia e na Universidade Northwestern. Por três anos, atuou em Tóquio como designer da Idée. No Japão, se interessou pelas técnicas de trabalho da madeira, que influenciam seu trabalho até hoje.
caseylurie.com

Max Gunawan, Estados Unidos, Costa Oeste
Trabalhou como arquiteto por dez anos até lançar a Lumio, uma empresa de crowdfunding. Hoje produz peças de estilo minimalista e traço limpo, sempre buscando otimizar o aproveitamento de pequenos espaços. Vive em São Franciso e lançará dois novos produtos durante a Maison&Objet Americas.
hellolumio.com

Studio davidpompa, México
Fundado por David Pompa Alarcón, o estúdio de design multidisciplinar é sediado no México e na Áustria. O designer foi criado entre os dois países e tem uma ligação forte com a cultura mexicana. Trabalha com artesanato desde 2009, quando fez uma viagem a Oxaca e viu a atuação dos artesãos pela primeira vez. Hoje combina tradição e inovação, sempre comprometido com a qualidade. Repensar e reinventar o artesanato mexicano é o conceito para todas as coleções.
davidpompa.com

Rámon Laserna, Colômbia
Enquanto estudava design industrial, se interessou por arte cinética. Decidiu, então, fundir as disciplinas, o que guia seu trabalho há oito anos. Seus móveis exploram linhas e cores, algumas vezes se tornando abstratos e geométricos. Laserna sempre tenta criar ilusões de ótica, dando movimento às peças. Já expos no Museu de Arte Moderna de Bogotá e na feira de arte da cidade, ArtBo.

Lukas Peet, Canadá
Ele deixou seu país nativo em 2015 para estudar na Academia de Design Eindhoven, na Holanda. Depois de se formar como o primeiro da turma em 2009, Peet voltou ao Canadá para fundar seu próprio escritório. Hoje atua com design de produto, de interiores e gráfico, além de urbanismo. Suas peças são produzidas pela Umbra Shift, entre outros.
lukaspeet.com

Cristian Mohaded, Argentina
Formado pela Universidade Nacional de Córdoba, hoje vive em Buenos Aires. Começou a carreira de designer no desenvolvimento de produtos e administração da produção da Solantu, onde nasceu seu amor pela madeira. Mais tarde, fez projetos de desenvolvimento de produtos e design de interiores para a La Feliz. Hoje, trabalha com diferentes clientes e se destacou no desenho de luminárias.
cristianmohaded.com

 

 

Fonte: bamboonet

 

Saccaro participa das feiras internacionais Index Dubai e ICFF/NY

         Referência nacional em mobiliário, a Saccaro participa, nos próximos dias, de duas importantes feiras internacionais do segmento de design e luxo, em parceria com o Projeto Brazilian Furniture, da Abimóvel e da Apex-Brasil.

         A marca estará na ICFF – Internacional Contemporary Furniture Fair –, que ocorre de 16 a 19 de maio, em Nova Iorque, voltada ao público de projetos de design e luxo. O evento terá a presença do franqueado de Miami, Luiz Silva, que negocia a abertura de novos endereços da Saccaro no país e vai apresentar lançamentos da Saccaro, como a poltrona Cobogó.

No mesmo período, a marca também estará com um estande na Index Dubai, que ocorre de 18 a 21 de maio, em Dubai, nos Emirados Árabes, com a presença de empresários de todo o mundo, principalmente do meio Oriente e norte da África. Será o terceiro ano consecutivo em que a Saccaro apresenta seus produtos na feira com o intuito de gerar novos negócios. Para isso, a Saccaro será representada por sua equipe de exportação, composta pelos gerentes Gustavo Scola e Tiago Lecey.

Sobre a Saccaro

Com mais de seis décadas de história, a Saccaro expandiu sua rede de lojas e galerias por todo o país e, rapidamente, por todos os continentes do mundo. A extensa gama de mobiliários e objetos, assinada com muita brasilidade e, principalmente, sofisticação, por designers renomados e pelo Studio Saccaro fizeram da marca uma das maiores referências em design nacional.

Presente em mais de 60 endereços em todo o mundo, a grife possui lojas exclusivas no sistema de franquia, com 25 pontos no Brasil, três no exterior – Cidade do México, Miami e Santa Cruz de La Sierra -, além de 17 galerias espalhadas pelo país e outras 22 em: Angola, Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Congo, Costa Rica, Emirados Árabes, Equador, Grécia, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Venezuela, México e Miami.

 

INDEX DUBAI

www.indexexhibition.com

ICFF

www.icff.com