As formas mais simples muitas vezes escondem os projetos mais complexos

O escritório Shift Architecture Urbanism optou por uma arquitetura geométrica icônica para centro de museus na fronteira entre holanda e alemanha.

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As formas mais simples muitas vezes escondem os projetos mais complexos. Prova disso é o programa do escritório holandês Shift Architecture Urbanism para o centro de museus Museumplein Limburg, em Kerkrade, na Holanda. O projeto tornou-se rapidamente um marco na paisagem pelas formas geométricas simples, mas icônicas, que seus três edifícios assumem.

A escolha da geometria simples enfatiza a forma única de cada um dos volumes da praça: Cube, literalmente um cubo de 21 metros de dimensão; Columbus, uma esfera metade acima do solo e metade abaixo; e Beam, uma barra de 80 metros de comprimento elevada do chão por treliças. Os três edifícios somam-se ao já existente Continium Discovery Centre para compor centro cultural de 7500m² dedicado ao design, ciência e tecnologia.

Cube, o primeiro museu do país dedicado exclusivamente à exposições de design, permite máxima flexibilidade de expografias devido às suas inúmeras galerias distribuídas verticalmente. Os vários andares são conectados por lances de escada rotacionados, criando a ilusão de uma extensa cascata. Enquanto o interior conta com elementos pré-fabricados de concreto, valorizando a neutralidade de materiais, o exterior é revestido por uma cortina de aço que enfatiza o caráter vertical do edifício.

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Columbus, notável por sua volumetria esférica realizada em concreto jateado, acomoda no subsolo o Earth Theatre, projeção realizada na superfície curva do edifício, com 16 metros de largura por 9 metros de profundidade. Na metade superior da esfera fica o cinema National Geographic 3D, o único da Europa.

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Já Beam, com seu extenso volume longitudinal, paira acima da praça central por meio de treliças em vermelho. Com o térreo cercado por vidro, a passarela funciona como conector entre a estação ferroviária e o centro da cidade, nos extremos opostos dos museus.

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Prezando a implantação de volumes soltos e claramente identificáveis no térreo, o Museumplein Limburg surpreende por conter uma elaborada rede de conexões entre os edifícios no subsolo, criando um amplo e contínuo espaço público. As escadas, pisos e paredes desta praça subterrânea foram realizadas em concreto tingido de vermelho, fazendo referência ao passado de mineração da cidade. O espaço conta ainda com um hall central, um pátio e um restaurante, minimizando o uso no nível do solo e permitindo mais áreas de livre circulação.

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Fonte: bamboonet

 

 

Aprenda a fazer o escondidinho de Keith Richards

Descubra  a receita que o músico do Rolling Stones saboreia  antes de todos os shows.

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Regra importantísssima numa turnê dos Rolling Stones: nunca toque na shepherd’s pie de Keith Richards. A qualidade e a integridade da tradicional torta de carne moída com legumes, coberta de purê de batata (bem parecida com o nosso escondidinho) é ponto fundamental para que tudo corra bem no show da banda.

O guitarrista faz questão de quebrar a crosta da sua shepherd’s pie antes de entrar no palco. E ai de quem ousar tirar uma colherada antes dele!

Confira a receita abaixo:

SHEPHERD’S PIE DE KEITH RICHARDS

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Ingredientes

Cebola picada;
carne moída magra;
batatas;
ervilhas congeladas;
cenoura em cubinho pré-cozida;
HP Sauce ou brown sauce*;
sal e pimenta-do-reino a gosto;
caldo de carne;
manteiga sem sal.
*molho pronto com sabor adocicado e levemente apimentado.

Modo de fazer

Refogue a cebola e a carne; tirar excesso de gordura no papel toalha (1/2 cebola por kg de carne).
Voltar para o fogo, acrescentar o caldo, brown sauce e deixar apurar;
acertar o sal e a pimenta-do-reino.
Cozinhar as batatas com casca e espreme-las feito purê.
Colocar a carne no fundo de um refratário.
Acrescentar as cenouras e as ervilhas e, em seguida, o purê.
Fica bacana quando o purê é colocado com um saco de confeitar, mas não é obrigatório.
Asse coberto com papel-alumínio por 70 minutos a 350F (177ºC).
Remova o papel, pincele manteiga e gratine até o purê ficar levemente dourado em cima.

Fonte: Revista Casa e Jardim

Conheça David Adjaye, o arquiteto que vai dar o que falar neste ano.

A abertura do museu em Washington promete resgatar a história da relação entre Estados Unidos e África.

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Você certamente vai ouvir falar de David Adjaye neste ano. A trajetória em ascensão do arquiteto nascido na Tanzânia, de pais ganeses, e radicado em Londres tem tudo para atingir o auge em 2016, com a inauguração do National Museum of African American History and Culture (NMAAHC), em Washington. O novo edifício fará a ligação entre o National Mall, que reúne mais dez espaços da Smithsonian Institution, e o obelisco do monumento a Washington. Um endereço nobre para um museu que tem atraído grandes expectativas.

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A instituição que promete relembrar a experiência afro-americana com todos os seus altos e baixos nasce cercada de simbolismos: sua abertura coincide com o último ano de Barack Obama – o primeiro presidente negro dos Estados Unidos – na Casa Branca e com o reaquecimento das tensões raciais causado por episódios como o do jovem negro morto por um policial branco da cidade de Ferguson.

Com cerca de 33 mil metros quadrados, a construção de cinco andares (outros cinco pisos estão abaixo do térreo) é cheia de referências ao continente africano, como a coroa de bronze que envolve o edifício, inspirada na cultura iorubá.

Perto de completar 50 anos, Adjaye despontou no iniício deste século depois de projetar casas incomuns para amigos da cena artística inglesa. Aberto em 2000 em Londres, seu escritório tem filiais em Nova York, Berlim e Acra, no Gana, e emprega, nessas quatro cidades, cerca de cem pessoas.

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Fonte: bamboonet

As melhores fotos de arquitetura do mundo

Em Londres, a exposição ‘Building Images’ traz nomes importantes como Fernando Guerra.

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A mostra Building Images: The Arcaid Images Architectural Photography Awards reúne o melhor das imagens de arquitetura em todo o mundo e celebra a influência da fotografia na maneira como experienciamos os espaços. A exposição, que permanecerá em cartaz até 25 de março, em Londres, apresenta as imagens pré-selecionadas e vencedoras da edição de 2015 do prêmio Arcaid Images de fotografia de arquitetura.

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A mostra reúne trabalhos de alguns dos mais renomados fotógrafos de arquitetura do mundo, incluindo o vencedor Fernando Guerra e candidatos, como Iñigo Bujedo Aguirre, DoubleSpace (Amanda Grande e Younes Bounhar), Christopher Frederick Jones, Laurian Ghinoiu, Mark Gorton, Ryan Koopmans, Lingfei Tan + Canção Han, Mads Mogensen, Tom Roe, Ieva Saudargaitė, Su Shengliang, Grant Smith e Jeremie Souteyrat.

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Durante o World Architecture Festival 2015, um painel altamente qualificado foi responsável pelo julgamento das fotografias do prêmio Arcaid Images. Fabrizio Barozzi, Alberto Veiga, Amy Croft, Katy Harris, Nick Hufton, Allan Crow, Ian Moore, Clifford Pearson e Christine Murray formaram o time de experts que analisaram os cliques, considerando os méritos dos fotógrafos na composição, luz, senso de lugar, atmosfera e uso de escala.

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A mostra Building Images é dividida em quatro categorias que exploram as diferentes qualidades arquitetônicas, abordagens técnicas e metodologias. São elas: edifícios em uso, exteriores, interiores e senso de lugar. As imagens estão ocupando o espaço Werkstatt, gerido pelo Grupo Sto, que se orgulha de poder participar desta celebração dos fotógrafos e fomentar o debate a respeito da disciplina.

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Fonte: Casa Vogue; Por Mariana Kindle; fotos divulgação

OBJETOS COTIDIANOS TRANSFORMADOS EM ARTE NONSENSE. O MUNDO POP SURREAL DE PAUL FUENTES

Paul Fuentes é um designer gráfico e fotógrafo mexicano que mostra em seu Instagram, um mundo à parte: seus trabalhos que transformam o uso de objetos cotidianos em algo totalmente nonsense.

Suas arte excêntrica traz composições surrealistas e coloridas, além de mashups malucos bem humorados. Paul mantém uma loja no Society 6 com algumas de suas criações absurdas estampadas em diversos produtos. Inspire-se:

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Você pode seguir ele no Instagram @PaulFuentes_design e no Behance.

Fonte:  http://followthecolours.com.br/

4 obras arquitetônicas que marcaram 2015

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Conheça grandes edifícios que são verdadeiros presentes para suas cidades

The Broad Museum, Novo estádio de Bordeaux, Ópera de Harbin e o Depósito de sal da Spring St.

Nem só de museus do ontem e do amanhã viveu a arquitetura mundial em 2015. Confira, a seguir, quatro edifícios inaugurados até dezembro do último ano que são verdadeiros presentes para suas respectivas cidades.

1. Ópera de Harbin (China)

Para dar às suas megacidades – resultantes da urbanização desenfreada – uma feição metropolitana de verdade, a China tem promovido a construção de toda a sorte de espaços culturais. O teatro de ópera é uma das tipologias preferidas, como atesta, entre outros, o de Harbin, no nordeste do país, projetado pelo escritório chinês MAD e inaugurado em novembro passado.

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Seus volumes sinuosos emergem de uma ilha às margens do rio Shonghua, dando
contorno a dois auditórios, um para 1.600 e outro para 400 pessoas, e a uma praça que também pode receber espetáculos ao ar livre.

No rigoroso inverno local, sua cobertura branca faz com que pareça uma duna de neve em meio ao horizonte gelado (foto acima), o que casa muito bem com o discurso de Ma Yansong, fundador do MAD, a respeito de sua arquitetura ser 100% inspirada na natureza chinesa.

Mas a real surpresa está na delicadeza dos interiores, como o do foyer (acima), em que uma estrutura de madeira abraça a plateia por fora, emprestando um aspecto artesanal a formas saídas de softwares de modelagem 3D.

2. The Broad Museum (Los Angeles)

Quase um Médici dos dias de hoje, o bilionário e colecionador Eli Broad, homem por trás de boa parte do que foi construído em L.A nas últimas décadas, surpreendentemente não tinha um museu com seu nome até o último mês de setembro. Agora, seu vasto acervo de arte contemporânea habita uma “caixa perfurada” assinada pelos nova-iorquinos do Diller Scofidio + Renfro, em Downtown.

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O exoesqueleto em forma de favo de mel distorcido (abaixo), que cobre laterais e teto, regula a luz que entra nos espaços expositivos, em especial o andar de cima, no qual fica a galeria principal.

Ao contrário da maioria dos museus, as obras que não estão em exibição também são visíveis, pois, a caminho da saída, o público atravessa o cavernoso segundo andar, onde ficam armazenadas – uma ideia emprestada do teatro, de revelar o que está por trás das cortinas, o backstage da coleção. Gentileza final: a entrada é gratuita, algo raro em museus americanos.

3. Novo estádio de Bordeaux (França)

Leveza e abertura não costumam ser qualidades associadas a estádios, mas quando os próprios autores de um deles apontam ambas como suas principais virtudes – e atendem por Jacques Herzog e Pierre de Meuron, do escritório Herzog & De Meuron –, é melhor prestar atenção. Craques nesse tipo de projeto (haja vista a Allianz Arena de Munique ou, principalmente, o Ninho de Pássaro em Pequim), os suíços criaram, na região do Parc Floral, em Bordeaux, um estádio para 42 mil pessoas capaz de reduzir as barreiras entre interior e exterior a quase nada.

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Em vez de uma massa sólida, a arena terminada em maio sequer tem fachada propriamente dita. Nos dois lados maiores do retângulo que a forma, o fundo das arquibancadas desce desde o teto em direção a uma escadaria, que sobe a partir do chão espelhando a estrutura superior, até se encontrarem no meio; o vão, enquanto isso, é pontuado por uma floresta de colunas (referência à vegetação da região).

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A monumentalidade das escadas, em conjunto com a permeabilidade das colunas, oferece uma inesperada receptividade em um tipo de edifício cuja escala costuma sugerir o contrário. Ele diz aos torcedores (e à cidade como um todo): “Venham, são todos bem-vindos”.

4. Depósito de sal da Spring St. (Nova York)

Toda vez que uma nevasca atinge Nova York, a forma mais eficiente de manter as ruas trafegáveis é jogar sal sobre o gelo acumulado para fazê-lo derreter. Embora isso seja válido para qualquer cidade, só os nova-iorquinos podem se gabar de retirar o sal de um depósito que mais parece uma enorme escultura de concreto, assinado pelos escritórios Dattner Architects e WXY Architecture + Urban Design.

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Isso desde o último outono, quando terminaram as obras do edifício erguido a pedido dos departamentos municipais de Saneamento e Projeto e Construção à beira do rio Hudson, na altura de Tribeca. A metrópole, na verdade, conta com 40 galpões do tipo, mas a maioria é de tendas pré-fabricadas com coberturas de lona. Só o da Spring Street se beneficiou da intervenção da Comissão de Projeto Público, instada a agir pela população do bairro, ciosa da degradação que a instalação do abrigo poderia trazer ao cenário local. O resultado é este armazémde fachada facetada cujo formato remete a um cristal de sal, segundo os arquitetos.

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*Matéria publicada em Casa Vogue #366

VENEZA É TÃO LINDA QUE ATÉ O CHÃO DA CIDADE MERECE ATENÇÃO ESPECIAL

Passear por Veneza é geralmente sinônimo de dor no pescoço, de tanto olhar para cima e se maravilhar com as vistas e os topos de construções históricas que completam a cidade! Mas isso é apenas metade do show. A outra metade está bem embaixo dos seus pés!

O fotógrafo alemão Sebastian Erras percebeu que muitos turistas e até venezianos não reparavam nos mosaicos que haviam no chão da cidade italiana. Foi aí que ele virou a câmera para baixo e passou a retratar verdadeiras obras de arte.

“Muitos dos chãos estão escondidos em igrejas e monumentos. As pessoas que vivem lá me disseram que passavam ali todos os dias e nunca tinham reparado. É uma forma diferente de descobrir uma cidade“, disse Sebastian ao Amusing Planet.

Ele descobriu também que o chão em lugares como Marraquech, Marrocos e Paris também são lindos. Assim ele completou o seu trabalho. Já a série sobre Veneza você confere em seguida.

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Todas as fotos: ©Sebastian Erras

Dica: se você gostou do trabalho, não deixe de conferir esta conta do Instagram @ihavethisthingwithfloors. São regrans do mundo inteiro com um piso mais lindo que o outro! É ma-ra-vi-lho-so!!!
Fonte:  Nômades Digitais