No meio da calçada havia uma biblioteca

Quando se pensa em bibliotecas, logo se imagina um lugar silencioso, com uma iluminação adequada, longas prateleiras… Pois, com ações de incentivo à leitura acontecendo ao redor de todo o globo, essa imagem tem mudado bastante.

Em Nova York existe uma biblioteca em um banco todo estilizado, em plena calçada. Aberto e acessível ao público, o projeto chamado “Word Play” brinca com a ideia de empilhamento e perspectiva. Dependendo de onde se olha, é possível enxergar a palavra “biblioteca” em três idiomas: inglês, espanhol e chinês. Na mesma peça há uma caixa com livros e espaço para sentar.

 

Multifuncional e inspirador. Um objeto do nosso dia a dia, do nosso habitat rotineiro, se transforma em algo tão bacana e interessante – e com design pra lá de inovador. Quem espera ver no Brasil iniciativas assim?

Arquitetura temporária de Londres vira livro!

Estruturas montadas por renomados arquitetos e designers no Summer at the Serpentine ganham livro da Taschen

Desde 2000 o verão europeu ganha um pouco mais de sofisticação com o Summer at the Serpentine, ação que acontece a cada temporada de calor no London s Kensington Gardens. Por lá, arquitetos renomados de várias partes do mundo são convidados a montar estruturas temporárias no pavilhão especial, construído em 1934. Agora, para comemorar os 10 anos de sucesso do evento, a Taschen lança o livro Serpentine Gallery Pavilions, de Philip Jodidio.

 

Durante três meses chegam turistas de todas as partes para admirar trabalhos de arquitetos que até o momento do Summer at the Serpentine não possuem trabalho concluído em Londres – é uma forma de mostrar o que existe de top design em outras partes do mundo. A cada temporada, um número de aproximadamente 250.000 visitantes passam pelo local.

Entre os projetos apresentados nestes 10 anos estão trabalhos de nomes com Zaha Hadid, Daniel Libeskind, Toyo Ito, Oscar Niemeyer, Frank Gehry e tantos outros.

Serpentine Gallery Pavilions
Philip Jodidio
www.taschen.com

Via: Wish Report

Lançamento do livro Não Conte a Ninguém Tem Que Viver no Rio de Janeiro

A Saccaro Rio de Janeiro promoveu na noite de quarta-feira a festa de lançamento do livro que comemora os 65 anos da marca, no Casa Cor – ambiente assinado pela arquiteta Emmilia Cardoso e pela paisagista Marisa Lima.

Uma noite muito agradável, que contou com a divertida apresentação dos alunos da Escola de Arte Spectaculu, dirigida por Gringo Cardia e Marisa Orth. Eles fizeram uma brincadeira de cores e luzes no meio dos convidados.

O evento teve a presença do Diretor Comercial João Saccaro, dos franqueados Adriana Terra e Marlos Fontes e convidados muito especiais!

Abaixo, alguns flashes do evento:

Marlos Fontes, Adriana Terra, João Saccaro e Caco Borges

Adriana Terra, Marta Micheli e Christiane Paiva Chaves

Celina Lerena, Emmilia Cardoso e Marisa Lima

Sergio Rodrigues, Marlos Fontes e Veronica Rodrigues

Mário Santos e Sergio Rodrigues

Mário Santos, Patrícia Quentel e João Saccaro

Janick Daudet, Ricardo Amaral e Wandinha Klabin

Pedro Paranaguá e Adriana Terra

João Saccaro e o craque do Flamengo, Thiago Neves

Emmilia Cardoso, Marisa Lima e Marlos Fontes

Marlos Fontes, Adriana Terra, Ângela Frota e João Saccaro

A obra ‘Não Conte a ninguém Tem que Viver’ celebra os 65 anos da Saccaro

Para marcar a trajetória de 65 anos, a Saccaro apresenta o primeiro livro empresarial do Brasil que utiliza a literatura em sua narrativa. “Não Conte a Ninguém Tem que Viver”, foi escrito pela historiadora Tânia Tonet e pelo jornalista Charles Tonet, com imagens exclusivas clicadas pelo fotógrafo Leopoldo Plentz. A obra apresenta 16 crônicas baseadas nos fatos e personagens que construíram a história da empresa que hoje é referência no mercado de móveis. O lançamento está marcado para o dia 02 de agosto, às 19h30min, na Saccaro Caxias. A banda Jazz6, de Luís Fernando Veríssimo, será uma das atrações da noite.

Segundo Charles Tonet, o livro é um marco na historiografia empresarial brasileira. “Além de ser mais agradável ao leitor do que as obras tradicionais desse segmento, proporciona uma possível identificação com os personagens da saga, compartilhando angústias, atitudes, pensamentos que captamos na essência da historia”, explica o escritor. “Com esta obra, a Saccaro caminha a passos firmes em direção ao mercado do luxo, onde arte e tradição têm valores imensuráveis”, complementa Tânia Tonet.

Além da narrativa, o livro impressiona pelas imagens. O fotógrafo gaúcho Leopoldo Plentz diz que se envolveu com a história assim que leu as crônicas. “Foi gratificante fazer o ensaio, tive total liberdade para o trabalho e credito a isso o bom resultado”, conta. Entre suas fotos preferidas está a da capa da obra. Ele soube clicar com poesia a trama de aço corten presente nas fachadas das lojas Saccaro. “Ela remete à fabricação artesanal de cestas de vime e à empalhação de garrafões de vinho produzidos lá no início por Albino Saccaro, fundador da empresa”.

O livro, que foi traduzido em dois idiomas, italiano e inglês, será lançado em todas as franquias da marca. Nos eventos de apresentação da obra haverá uma exposição que convida o visitante a mergulhar, através de um cubo de interatividade, no mundo que privilegia a arte e o luxo íntimo, o mundo Saccaro.

 

Livro reúne receitas que homenageiam pessoas

Se você já se perguntou por que strogonoff, tarte tatin ou pavlova são chamados desta forma talvez não imagine que são homenagens a personagens importantes ou criadores dos pratos. Alguns são mais fáceis de deduzir: a afrodisíaca omelete de Luís XV, as madeleines de Proust e as almôndegas de Frank Sinatra. Mas afinal, qual é a origem destes nomes? É do que trata o livro Fama à Mesa (Tinta Negra), escrito pelo professor Fabiano Dalla Bona.

O livro reúne receitas e conta a história de pratos que levam nomes de pessoas famosas, importantes na história ou simplesmente criadoras dos pratos, e que foram imortalizadas por isso.

Mulheres famosas, músicos e personagens da aristocracia, escritores e até personagens da literatura: todos inspiram receitas presentes no livro, que ainda traz um capítulo dedicado a drinques.

O livro também é um passeio pelas cozinhas de diversos países. Seja quando conta a história da pavlova, criada na Austrália em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova, como também do strogonoff, elaborado pelo médico russo homônimo. Uma compilação repleta de gostosuras que foram dignas de entrar para a história, assim como os personagens que as nomeiam.

Via: GNT