Projeto de Oscar Niemeyer foi totalmente restaurado e terá o conceito de resort urbano.

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Hoje, dia do arquiteto, é a data escolhida pelo Hotel Nacional RJ reabrir suas portas, totalmente revitalizado. O prédio do Gran Meliá Nacional Rio foi projetado pelo nome mais importante da arquitetura brasileira: Oscar Niemeyer. Reconhecido em 1998 como patrimônio da cidade do Rio de Janeiro, renasce restaurado e mantém absolutamente todas as características de arquitetura original.

Depois de mais de duas décadas fechado, o Nacional reabre com a bandeira mais luxuosa da rede espanhola Meliá, referência em sofisticação internacional.

Suas instalações preservadas combinam as características da obra do mestre Niemeyer com design sofisticado, oferecendo aos hóspedes experiências únicas em um dos cartões postais mais conhecidos do Rio de Janeiro.

O Gran Meliá Nacional Rio conta com a assinatura do escritório carioca VOA-fachada, suítes, restaurante e bar do rooftop – e de Débora Aguiar, que concebeu o lobby o longe, o Bardot Pool Bar, o restaurante Sereia, o café Amaro e a área externa.

Destaque para as áreas externas, com produtos da coleção Sogno, Noronha, Mônaco, Gradiente e D´Azur.

Hotel Nacional Gran Meliá
Av. Niemeyer, 769, São Conrado, Rio de Janeiro, RJ
melia.com
Crédito das fotos: Denilson Machado

Equipe Saccaro.

Espaços Infinitos

Fotógrafo James Silverman explora em seu livro o diálogo entre residências e seus arredores estonteantes.

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Seja em uma remota montanha na Noruega ou até mesmo num oásis no deserto marroquino, o fotógrafo britânico James Silverman buscou, em suas viagens ao redor do mundo, registrar residências impressionantes em meio a seus fantásticos arredores. Este minucioso trabalho pode ser conferido em seu livro Infinite Space, lançado agora em março.

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James se interessa principalmente em capturar o fluxo interrupto entre interiores e exteriores e, para tanto, enfatiza a relação de harmonia e composição entre arquitetura e paisagens naturais. Marcado por uma fotografia que brinca com perspectivas e pontos de fuga, seu livro conta com projetos que absorvem, refletem ou mesmo rompem propositalmente com seus arredores.

Este jogo de relações entre natureza e edifício, o dentro e o fora, revela como a arquitetura contemporânea está cada vez mais interessada em criar projetos que dialoguem com o entorno.

Registrando espaços que não se limitam a suas paredes, mas que se estendem por entre a paisagem, suas fotografias revelam arquiteturas que transparecem espaços infinitos.

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jamessilverman.co.uk

Fonte: bamboonet

 

 

Hotel Fasano celebra novo projeto em Miami

Durante a semana mais agitada do ano em Miami – quando acontece a Art Basel e o Design Miami – o Hotel Fasano vai celebrar uma série de eventos para marcar o lançamento do seu novo empreendimento: o Fasano Hotel & Residences at Shore Club.

Rogerio Fasano e Ziel Feldman, presidente da investidora imobiliária HFZ Capital Group, receberam convidados para um private dinner na noite da última quarta (2/12), com menu assinado por Luca Gozzani, chef do Restaurante Fasano, e Paolo Lavezzini, chef do Fasano Al Mare.

Confira na galeria quem passou por lá.

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Chef Paolo Lavezzin                          Chef Luca Gozzani

Fonte: Casa Vogue | por redação; fotos divulgação

Lazer e viagem: Veneza próxima parada

Os melhores hotéis para ver e viver o melhor da arte na cidade

Clássico e contemporâneo. Veneza é expoente dos dois estilos esplendorosos – das pinturas de Tintoretto às obras de vanguarda apresentadas na 56ª Bienal de Arte: não faltam motivos para fazer as malas. Onde dormir? É só escolher entre passado e presente, ou um mix!

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A poucos passos da Praça San Marco, o Danieli é um dos hotéis mais lendários. Estabelecido em 1895 – e hoje parte da exclusivíssima rede The Luxury Collection –, ele ocupa três belos palácios, sendo que o principal, o Palazzo Dandolo, data do século 14. A fachada cor-de-rosa, com soleiras de mármore e varandas com arcos pontiagudos, já virou cartão-postal da cidade. Outras imagens marcantes? O pátio gótico bizantino, as colunas de mármore (feitas à mão!) e a escadaria aberta com balaustradas são imperdíveis, mas a pièce de résistance é a coleção de suítes assinadas pelo francês Pierre-YvesRochon – algumas delas têm inspiração em divas do cinema, da ópera e da moda que lá se hospedaram.

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Outro hotel histórico próximo à San Marco, o Il Palazzo, do grupo familiar The Bauers, foi decorado nos mínimos detalhes pela proprietária Francesca Bortolotto Possati. Ao lado de um time de arquitetos, ela garimpou cada peça de mobília e objeto de antiguidade deste palácio-hotel do século 19. A experiência, diz Francesca, é a de estar “morando como um veneziano”. Os pisos são de mármore e os tetos são adornados com trompe-l’oeil. Não deixe de conferir os lustres, vidros e espelhos de Murano, além das sedas Rubelli e Bevilacqua nos estofados, colchas e cortinas.

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O antigo ganhou um twist eclético no Generator Venice, um hostel montado em um armazém de 1855, na ilha de Giudecca. Na restauração, as escadarias, as vigas de madeira, as colunas e a fachada foram preservadas. O charme ficou por conta da The Design Agency, baseada em Toronto, que misturou móveis de Tom Dixon e Marcel Wanders a peças de antiguidade. Pisos de mosaico Fantini, cortinas com tecidos Rubelli e lustres de Murano se mesclam a papéis de parede florais e neons. No lounge, uma lareira remanescente do século 16.

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O diálogo entre passado e presente se revela majestoso no Aman Canal Grande Venice. No distrito de San Polo, ele foi instalado no antigo Palazzo Papadopoli, do século 16. Elementos históricos, como os afrescos de Giovanni Battista Tiepolo, estuques, espelhos, lustres originais do estilo rococó e trabalhos de Michelangelo Guggenheim fazem contraponto a móveis contemporâneos – a maioria da B&B Italia.

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E que tal a leitura atual da Veneza romântica? É o que faz Philippe Starck no PalazzinaG, hotel com o selo Design Hotels. Por trás da fachada do século 16, situada em uma ruela nas proximidades do museu que lhe dá o nome (Palazzo Grassi), ambientes ganham vida com mobiliário customizado, estuque de cores fortes, objetos vintage, livros raros e objetos de Murano do artista francês Aristide Najean. Nas suítes, surpresa: no lugar de um diretório de guest services, uma “lista de vícios” propõe comer bem, beber, ler e se render às suas paixões em Veneza.

Fonte: Casa Vogue

Por Antonella Salem; Fotos Divulgação

*Matéria publicada em Casa Vogue #357

 

 

Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo

Em época de chuva não há horizonte. Lá, a linha natural entre o céu e a terra é um traço tão tênue que fica difícil distinguir o que é real do que é reflexo

Com cerca de 12 mil quilômetros quadrados de extensão e a 3600 metros de altitude, o salar de Uyuni deslumbra viajantes do mundo todo. Na época das chuvas (entre dezembro e março), ele apresenta seu visual mais característico: a água acumulada cria um espelho que reflete no chão tudo o que se vê do céu.

 

Na seca, o salar vira um festival de formas geométricas. Seu desenvolvimento se deu a partir do lago pré-histórico Michin, que começou a secar por volta de 40 mil anos atrás. Segundo estimativas, a planície guarda mais de 10 bilhões de toneladas de sal em seus 120 metros de profundidade – além de reservas de potássio, boro e magnésio e uma das maiores reservas de lítio do mundo.

Além do turismo, a economia de Uyuni ainda é muito dependente da extração de sal. Depois de retirado, o mineral é disposto em montes enquanto aguarda o transporte até a comunidade de Colchani, onde vira sal de cozinha, pronto para ser vendido e consumido. Colchani tem a maior indústria de sal da Bolívia, com uma produção anual estimada em 20 mil toneladas, em grande parte para consumo humano.

Dentro do Parque Reserva Nacional da Fauna Andina Eduar­do Avaroa encontra-se o lago mais bonito (e famoso) de todos: a Laguna Colorada, que tem esse nome graças a sua incrível coloração avermelhada. Em alguns trechos, a água é azul-escura, formando um impressionante contraste, completado pelas porções de terra branca que contornam o lago.

No caminho para o salar, uma parada clássica é no Cemitério de Trens. No local funcionou uma das estações onde paravam os comboios ferroviários que transportavam ouro, prata e outros metais até Antofagasta, no Chile, de onde eram exportados pelo Pacífico. Hoje, restam ali apenas esqueletos de aço pichados e grafitados.

Às margens do salar fica San Juan, uma comunidade caprichosamente localizada em meio à imensidão do deserto do altiplano. Com casinhas de pedra, vegetação parca, uma igrejinha, grandes montanhas ao redor e um punhado de hotéis construídos com blocos de sal, San Juan é o ponto de partida ideal para conhecer a região.

Fonte:  http://revistagalileu.globo.com

14/05/2015 – 11h05/ atualizado 11h05 / Texto e Fotos por Fellipe Abreu e Luiz Felipe Silva

 

 

Belém do Pará: um lugar que surpreende e encanta

  
A Revista Saccaro Casas do mês de março fez um tour pela capital paraense, onde cada recanto é uma feliz descoberta. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rica em cultura, com uma arquitetura europeia que se espalha por boa parte da cidade, é quente em todos os sentidos, repleta de sabores exóticos e possui a maior feira a céu aberto da América Latina, a aclamada Ver-o-Peso.

Sua gastronomia é de dar água na boca e na Estação das Docas, à beira do rio Guamá, é possível disfrutar de um ambiente belíssimo de inúmeras opções para comer e beber bem.

Com seus museus e parques, a cidade combina natureza, história, gastronomia, arte e muita alegria.

Não deixe de conferir os mil e um encantos da bela capital paraense na Revista Saccaro Casas do mês de março. É impossível não se apaixonar:  http://www.saccaro.com.br/site20122/pdf/saccaro-casa-s4.pdf 

 

Hotel Sumaq, aos pés de Machu Picchu, tem decoração com referencias à rica cultura Inca

Machu Picchu significa, em quíchua, velha montanha. A famosa cidade perdida dos Incas fica a 2.400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, Peru. Aos pés desta antiga e grande cadeia montanhosa, fica o hotel Sumaq Machu Picchu. Cercado pela natureza típica da região e a apenas 15 km (30 minutos de ônibus) do Patrimônio Mundial da Unesco, se tornou emblemático para os turistas que querem a experiência de se hospedar entre as montanhas que no passado foram lar de um império.

Para aprofundar ainda mais a imersão inca, o hotel acaba de passar por uma reforma. Os novos interiores fazem referencia à antiga civilização que ali viveu e à cultura do Peru. O projeto é de autoria das designers ítalo-peruanas Carmine e Sandra Furgione. Elas exploraram o símbolo da cruz inca, chamada de chakana, na decoração.

Logo na entrada do Sumaq, um painel de madeira, iluminado por 520 medalhões banhados a ouro. “É uma peça única e muito especial, que nos lembra que aqui a história é valiosa e inesquecível”, dizem as designers. Ainda no térreo, onde ficam o lobby e a recepção, há outras peças de ouro e bronze decorando paredes e mesas. Há também esculturas com figuras incas e grandes potes chamados de keros.

Outra grande novidade é a nova escada que surge do centro do salão, decorada por vasos com flores abundantes, que leva ao restaurante Qunuq, no segundo andar. O estabelecimento também passou por renovações e ganhou quadros de madeira e cerâmica que contam a histórica dos Incas, mostrando suas tradições e estilo. São mais de 300 peças feitas artesanalmente por moradores de Písac, povoado do Vale Sagrado dos Incas. O ambiente também exibe potes de cristal com cereais típicos, como milho, quinoa e feijões, numa representação da agricultura e alimentação inca.

Já os quartos são confortáveis e têm iluminação acolhedora. Cerâmicas e tecidos apresentam cores quentes e a marcenaria teve cuidado especial. Alguns dos quartos, chamados de Superior Luxury, têm paredes revestidas por painéis de madeira e molduras com aplicações de ouro nos espelhos e cabeceiras. O guarda-roupas leva aplicações de bronze na forma de chakanas. O próximo passo da renovação é a construção de terceiro e quarto andares, permitindo que mais viajantes vivenciem a história cativante deste santuário chamado Machu Picchu.

Confira alguma fotos do hotel logo abaixo:

Fonte: Bamboonet

As 16 árvores mais lindas do mundo!

Se a máxima de que todo ser humano precisa plantar uma árvore antes de morrer for verdade, as pessoas a seguir já podem considerar a missão como cumprida! Em uma seleção de 16 fotos inacreditáveis, Flamboyant, cerejeira e sequóia são algumas das obras de artes naturais já plantadas que tiram o fôlego de quem as encontram ao redor do mundo.

Veja os verdadeiros monumentos naturais que não perdem em nada no quesito beleza para grandes obras humanas, como a torre Eiffel, em Paris, a Fontana di Trevi, em Roma, e a Muralha da China.

Fonte: Casa Vogue | por Redação; Fotos Reprodução