Ambientalista reaproveita materiais e constrói casa na árvore dos sonhos em meio à natureza

Quando comprou um terreno todo arborizado logo atrás de sua casa, em Atlanta, a única certeza de Peter Bahouth era a de que não derrubaria as plantas. A preservação do meio ambiente sempre foi um tema sensível ao historiador, advogado e ex-diretor do Greenpeace.

E foi com o amor pela natureza e as memórias de infância como inspiração que Peter aproveitou a área para construir essa encantadora casa na árvore. Recheada de materiais reaproveitados, antiguidades e relíquias pessoais do dono, a casa conta com 3 cômodos. Para passar de um ao outro, o caminho é uma pequena ponte de madeira suspensa.

O primeiro cômodo é uma sala de estar chamada de Mind (“Mente”, em português), com cadeiras e poltronas para os convidados se aconchegarem. O segundo se chama Body (“Corpo”) e nele tem uma cama que pode ser deslizada para fora da casa, como forma de apreciar melhor a cúpula das árvores. E o último, que recebeu o nome de Spirit (“Espírito”), nada mais é do que uma plataforma redonda com uma vista incrível do por do sol.

A casa tem ainda redes para tirar um cochilo e alvos para jogar dardos. É ou não é o lugar perfeito para receber amigos e curtir a natureza de pertinho?

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As escolas flutuantes e a possibilidade de ensino através da diversidade

Para lidar com o problema de constantes inundações na região de Makoko, na Nigéria, o arquiteto Kunie Adeyemi, da NLE, projetou escolas sustentáveis e flutuantes que podem abrigar até 100 crianças cada uma e que funcionam independentemente de fenômenos naturais.

A estrutura, que tem 10 metros de altura e três andares, é construída sobre uma base de 32 metros quadrados, que flutua em 256 tambores reaproveitados. Toda em madeira reutilizada, a escola conta com playground, área de lazer, salas de aula e espaços para aula ao ar livre.

Para não precisar depender da luz e da água que está disponível em terra firme, o arquiteto optou por implementar na escola flutuante painéis solares e um sistema para captar a água da chuva, que é filtrada e usada nos banheiros.

Com as escolas flutuantes, as crianças da região não ficam sem aulas mesmo em períodos de alagamento, podendo chegar até o local usando barcos. Com foco na sustentabilidade, as escolas flutuantes pensadas por Kunie Adeyemi custam menos do que aquelas construídas em terra firme.

Veja só essas imagens:

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Beleza natural. Conheça a casa inspirada na natureza.

A natureza é encantadora e cheia de inspirações. Através de um projeto criado para uma residência privada da Undercurrent Architects, foi criada a “Casa Folha” (Leaf house), inspirada na natureza. Seu telhado lembra as folhas que caem das árvores no outono, permitindo a entrada do sol por entre as folhas, em seu interior, peças que se assemelham a troncos e galhos se espalham das paredes até o teto. As paredes de vidro permitem que quem está de fora possa observar a beleza da casa, e, em alguns pontos, o interior dela se confunde com o pátio atrás dela. As paredes são onduladas, o que suaviza os reflexos de luz.

A construção além, de inovadora é sustentável. A criação dos designers Didier Ryan e German Perez Tavio precisou  utilizar métodos improvisados para alcançar a elevada complexidade técnica com as restrições de custo. Foram utilizadas estratégias para economizar energia, como iluminação com baixo consumo, técnicas para retenção de água da chuva e sistema de refrigeração e aquecimento solar passivo – aquecimento solar sem a utilização de bombas.

A combinação de design ambiental e materiais de alta e baixa tecnologia resultam nessa construção harmônica, sensível e engajada com o meio ambiente.

Confira algumas fotos e encante-se:

 

Arte em miniatura. Confira as surreais esculturas esculpidas em torno de Bonsais.

Bonsais já são uma forma de arte, não há como não se encantar com essas pequenas árvores, com toda a grandiosidade de suas folhas, galhos e troncos em tamanho miniatura. O artista japonês Takanori Aiba além da arte de cultivar bonsais, cria incríveis obras ao redor dos bonsais, formando imagens surreais.

 

Confira as imagens e apaixone-se:

 

Da matéria prima à obra final, veja como este artista usa a natureza como inspiração.

Além de muitas matérias primas, a natureza nos oferece muita inspiração! O artista Jeffro Uitto criou gigantes e fantásticas esculturas feitas com pedaços de madeira encontrados pela costa de Washington, nos Estados Unidos.

O artista mantém a madeira da mesma forma que a encontrou, apenas as posicionando da melhor forma para compor a imagem que imaginou. São pedaços de todos os tamanhos e formatos, o que ajuda o artista a compor suas peças. A única interferência de Uitto nos pedaços de madeira é fazer vincos ou furos para que as peças se encaixem.

Quando inicia uma obra, o artista já tem ideia do que quer fazer, mas, até que ela esteja pronta, é difícil saber o que pode surgir de lá. Encante-se com o trabalho de Uitta:

 

 

 

 

Saia da sua zona de conforto, explore outras bolhas.

A beleza e grandiosidade do céu é encantadora. Quem já teve a oportunidade de ir para um local longe das luzes da cidade sabe o quanto um céu estrelado sabe ser hipnotizante e inspirador. O contato com a natureza nos acalma, nos faz refletir e nos enche de energias positivas, enquanto nosso papel é preservá-la. Pensando na importância desta ligação surgiu a rede de hotéis Attrap’ Rêves, situado na França, que oferece acomodações bem diferentes e experiências inesquecíveis. O princípio da rede é aproximar o hospede da natureza e aumentar sua consciência ambiental, fazendo este contato da maneira mais confortável e prazerosa possível, oferecendo, ao invés de quartos convencionais, bolhas transparentes.

Ao todo, são 134 bolhas espalhadas pelas 4 redes. Além de proporcionar uma ligação maior das pessoas com o habitat natural, a rede se preocupa com a preservação do meio, produzindo as bolhas com materiais recicláveis. A esfera é mantida por um ventilador silencioso, mantendo o contínuo ar fresco. Após o uso das bolhas, elas são esvaziadas, o que não gera impacto algum na natureza.

São oferecidos 4 tipos de bolhas: Chic & Design, Mil e Uma Noites, Zen, Glamour e Natureza. Elas são pequenas, com uma cama e poucos móveis, apenas para passar a noite, mas disponibilizam áreas que podem ser compartilhada entre os hospedes. As esferas ficam distantes uma das outras, o que aumenta a sensação de estar sozinho com a natureza. Além disso, os quartos estão equipados com um telescópio e um mapa celeste para ajudar os amantes da natureza a desbravar o céu.

A ligação dos hotéis franceses com o habitat já começa no nome, que significa “Captador de sonhos”. Aqui no Brasil ele é conhecido também como “filtro dos sonhos”, é um objeto de origem norte americana, criada na tribo indígena Ojibwa. Sua função é espantar as energias ruins do ambiente enquanto dormimos.

É uma experiência perfeita para quem quer se desligar da correria e aproveitar a calmaria, trazendo as energias da natureza para o nosso próprio habitat. Lindos, não é?

 

 

 

 

 

 

 

Na Espanha, um ônibus que é um jardim

Hoje é dia de mostrar uma curiosa ideia. Ideia esta que traz mobilidade para um habitat verde e natural – que se torna cada vez mais raro nas selvas de pedra que estão se tornando as grandes metrópoles.

 

O PhytoKinetic, desenvolvido pelo paisagista Marc Grañén, na Espanha, é um verdadeiro jardim móvel. A ideia do projeto é criar bolsões de vegetação nas cidades, com o objetivo de dar uma bela melhorada no visual.

 

O sistema Kinetic Phyto utiliza espaços que já existem – sobretudo telhados de ônibus da cidade – para aumentar a quantidade de áreas verdes. Esperamos ver ônibus como esses no Brasil também!

 

Torre vegetal

A torre vegetal é certamente a protagonista da arquitetura verde internacional. Assinada pelo arquiteto Edouard François e construída em Prairie-au-Duc, um bairro super eco-friendly em Nantes, França, ressalta a imponência do lugar que nasceu Júlio Verne, autor reconhecido por suas histórias extraordinárias, que certamente ficaria fascinado ao ver o edifício que contempla as belezas da terra.

Os edifícios terão apartamentos e escritórios, abrigando serviços urbanos de alto padrão. O arquiteto acrescentou árvores às varandas, dando ao empreendimento um aspecto montanhoso.

O conjunto será dividido em dois prédios, um com fachada de borracha preta em formato retangular cobrindo uma das extremidades, em contraste com uma torre residencial arredondada, cercada de varandas fornecendo um espaço exterior com muitas plantas. Ainda está em estudo quais espécies vão compor a vegetação das varandas em toda a volta do projeto.

Via Tecto