Caranguejos com cérebro: o mangue como inspiração para manifestações artísticas e culturais

O mangue, além de berçário da vida, é também fonte de inspiração cultural. Na literatura e na música, temos obras de impacto: Jorge Amado e Chico Science, duas mentes brilhantes que imortalizaram o mangue. Os dois já se foram, mas as suas manifestações continuam gerando filhotes, como tudo o que é revolucionário.

No Mangue Seco, Jorge Amado encontrou a inspiração para Tieta do Agreste, revelando toda a potência dramática do lugar, num enredo de costumes e denúncia social.

Chico Science, por sua vez, foi criador do Movimento Manguebeat. Esse grupo, inconformado com a injusta realidade social e urbana de Recife, produziu o manifesto que decretava: “livrar-se dos grilhões do tradicionalismo abandonando a energia negativa do melaço de cana e energizando o ambiente fértil da lama”.

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Tantos olhares sobre o Mangue

Se você chegou faz pouco tempo no blog Saccaro, deve estar se perguntando: qual a razão de todos esses posts falando sobre mangue, em diversas óticas e aspectos? Esse é um assunto que tem diversas vertentes, e ele está aqui por uma belíssima razão: a mesa Mangue.

 

Criação do designer Roque Frizzo, a Mangue traz inspirações dos manguezais do litoral brasileiro. As pernas representam as raízes e o tampo tem detalhes a laser que imitam o caminhar dos caranguejos. Uma verdadeira obra de arte! Trata-se de uma edição especial, com 70 peças numeradas.

Onde o mar encontra o rio. Um berço, um refúgio, um abrigo. Características únicas em um espaço que revela grandeza, ao mesmo tempo em que merece cuidados. A reunião das espécies, a dança da reprodução, a poesia do nascimento. O mangue.